HORÁRIO DE ATENDIMENTO De segundas às sextas-feiras,
das 7h30min às 11h30min, 13h às 17h

Cultivo da horta no Cras estimula o exercício da cidadania através do convívio

Grupo Horta é composto por 17 homens e uma mulher e se configura como oportunidade de socialização

6 de junho, 8h00min

divulgação
No grupo, participantes aprendem o cultivo da horta
No grupo, participantes aprendem o cultivo da horta

Conforme previsto pela Política Nacional de Assistência Social, o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) atua na proteção social básica, sendo responsável por inúmeras ações e serviços. Em Teutônia, uma das ações é o Grupo Horta, hoje composto por 17 homens e uma mulher. O grupo tem por objetivo assegurar espaços de referência para o fortalecimento do usuário, garantindo o exercício da cidadania, através do convívio grupal, comunitário e social.
Além do cultivo da horta, o espaço do grupo configura uma oportunidade de socialização, convivência comunitária e descontração entre os envolvidos. Também são abordados temas transversais, questões de direitos, saúde do homem, violência doméstica, alcoolismo, alimentação saudável, meio ambiente e como organizar uma composteira, separação correta do lixo, cuidado com o armazenamento correto dos alimentos, pátio limpo e organizado, dengue, entre outros.
Segundo a coordenadora do Cras, a assistente social Claudia Cristina Röhrig, os participantes do grupo estão na condição de vulnerabilidade social, ou seja, vivenciam situações de isolamento social, fragilidade dos vínculos familiares, insegurança alimentar, transtornos psiquiátricos, entre outras. “Tais vulnerabilidades são decorrentes da pobreza, do precário ou nulo acesso aos serviços públicos, da fragilização de vínculos de pertencimento e sociabilidade ou qualquer outra situação de vulnerabilidade e risco social”, explica.
Os participantes não ficam somente restritos aos trabalhos do grupo, mas, sim, de toda a gama de serviços oferecidos pelo Cras. O objetivo é que o usuário possa ser acompanhado de forma integral, ou seja, se percebida alguma necessidade que corresponda a outra área, como saúde, habitação e educação, encaminha-se o caso e continua-se a acompanhar a família no Cras. “Em casos que os usuários solicitam ou que as profissionais acreditam que se faz necessário, são realizados atendimentos individuais ou familiares. E frente às famílias já acompanhadas pela rede de serviços, busca-se fortalecer o trabalho enquanto rede para contemplar o usuário na sua integralidade”, frisa Cláudia.

Foto: divulgação
O espaço do grupo configura uma oportunidade de socialização

CRÉDITOS DO TEXTO: Édson Luís Schaeffer