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Inicia a verticalização da segunda célula do aterro sanitário

18 de dezembro, 17h22min

 

A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente iniciou, recentemente, as obras de verticalização da segunda célula do aterro sanitário de Teutônia. Com o aumento do talude, a previsão é de que a vida útil da segunda célula seja prolongada por mais dois ou três anos. Licenciamento da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) veio no início de outubro. As obras estão sendo executadas por servidores e máquinas das secretarias de Agricultura e de Obras.

Diante da necessidade visível de aumentar a capacidade do aterro sanitário, a Administração Municipal buscou incansavelmente a liberação da verticalização, protocolada na Fepam na metade de 2016. Após várias reuniões, o município realizou readequações no aterro sanitário para receber a liberação para a obra.

A primeira etapa contempla o aumento do talude, com terra retirada das obras de ampliação da Calçados Beira Rio, no Bairro Canabarro, o que gerou uma economia de aproximadamente R$ 300 mil. O próximo passo será a instalação da geomembrana. Segundo cálculos da equipe técnica, aliado às campanhas de conscientização, a vida útil da segunda célula será prolongada em dois a três anos.

Paralelamente, a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente já se reuniu, recentemente, com a Fepam demonstrando interesse em continuar colocando o lixo na atual área do aterro, com a construção de uma terceira célula. “Por mais que a vida útil de segunda célula seja de mais dois ou três anos, a terceira célula se faz necessária, para atender a demanda futura” coloca o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Gilson Hollmann.

A Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, no entanto, reforça a necessidade da população fazer a sua parte, separando corretamente o lixo. “Quando você faz a separação e destinação correta do lixo, maior a probabilidade de reaproveitamento dos materiais. Consequentemente, menos lixo vai para o aterro sanitário. Nós estamos fazendo a nossa parte, aumentando a capacidade do nosso aterro e oferecendo a coleta seletiva. No entanto, a população também precisa se conscientizar e fazer a sua parte”, frisa Hollmann.

Texto: Édson Luís Schaeffer
Foto: divulgação