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Executivo encaminha à Câmara projeto de lei que destina recursos para a primeira etapa do Teutopark

Próximo passo, após a apreciação do legislativo, será o encaminhamento para processo licitatório e posterior execução das obras

17 de fevereiro, 15h54min

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Perspectivas do TeutoPark
Perspectivas do TeutoPark

Um dos maiores projetos de recreação e um dos maiores centros gastronômicos do Vale do Taquari, o TeutoPark, está prestes a sair do papel. Isto porque o Executivo de Teutônia encaminhou à Câmara de Vereadores o projeto de lei que destina recursos para a construção da primeira etapa do parque, considerado um espaço de convívio digno de ser comparado a cidades europeias.
O projeto de lei prevê a destinação de R$ 300 mil, oriundos do leilão de lotes da parte gastronômica e parte do recurso livre, para a aplicação no parque. Inicialmente, após o processo licitatório, será feita a infraestrutura da rua/calçadão, calçamento e iluminação, possibilitando aos investidores construirem no local. Também já será feita a preparação do espaço para a esplanada. À medida que os recursos das parcelas do leilão vão sendo quitadas, as demais obras da primeira etapa serão feitas no local.
Para o prefeito, Jonatan Brönstrup, Teutônia terá um grande diferencial com este parque. “É um projeto que vai transformar a imagem e a realidade do município de Teutônia. Falar do TeutoPark é falar em harmonia, pois congrega gastronomia, lazer, esporte, família e meio ambiente. É um espaço aconchegante, onde teremos a tranquilidade de trazer nossos filhos, nossas famílias”, salienta.
O secretário de Planejamento e Mobilidade Urbana, Clemir Tavares de Jesus, lembra que um parque é referência de desenvolvimento de uma cidade. “Este espaço será construído pensando no futuro, visando oferecer qualidade de vida para todos, incluindo as futuras gerações. Cidade desenvolvida tem parques. Cidade de primeiro mundo tem parque. Como somos considerados uma cidade de primeiro mundo, nada mais justo que termos um parque”, observa.
Os três primeiros lotes foram arrematados em dezembro de 2019, num total de R$ 398.800,00 mil, sendo a homologação final em fevereiro de 2020. Parte do recurso já foi pago logo após o leilão, sendo o valor restante parcelado em 24 parcelas. As áreas leiloadas são destinadas à instalação exclusiva de empresas do ramo de alimentação. O recurso arrecadado será investido na infraestrutura do parque, que reunirá, num só lugar, o centro gastronômico, esporte, turismo e lazer, se configurando como um espaço autossustentável.
O TeutoPark terá a parte gastronômica ao longo da Rua 4 Sul, enquanto as demais áreas se localizam entre as ruas 2 Sul e 4 Sul e a Avenida 1 Leste e ERS-128 (Via Láctea). A Avenida 1 Oeste, que cortará o parque, tem a pavimentação contemplada pelo programa Avançar Cidades.
A primeira etapa do projeto contempla área entre as avenidas 1 Leste e 1 Oeste e prevê, além dos lotes destinados à gastronomia, o calçadão, a esplanada com letreiro, pistas de caminhada, ciclovia, pavimentação de via, sanitários e iluminação. Já a segunda etapa do projeto, entre a Avenida 1 Oeste e a rodovia Via Láctea, prevê mais lotes destinados à gastronomia, quadras esportivas (de várias modalidades), calçadão, ampliação das pistas de caminhada e da ciclovia, lago artificial, pórtico, iluminação e playground.
O TeutoPark também atenderá à questões ambientais, interferindo o mínimo possível na área de mata hoje existente, além de valorizar e preservar o arroio Canudos, que corta a área destinada ao parque. Visando a harmonia ambiental, o projeto prevê que a ciclovia e a pista de caminhada percorram o interior da área de mata. A licença ambiental de todo o parque deve ser emitida ainda durante o mês de fevereiro.
O projeto foi desenvolvido pelo arquiteto Vagner Gonçalves Wojcickoski, que é professor na Universidade do Vale do Taquari (Univates) e prestou serviços no Setor de Engenharia da Prefeitura. O profissional, para elaborar o projeto, se inspirou em parques de grandes cidades, como o Olhos D’Água, em Brasília, o Puerto Madero, em Buenos Aires, e o Ibirapuera, em São Paulo.

 

CRÉDITOS DO TEXTO: Édson Luís Schaeffer